Aparição em vôo aéreo

 Acidente do Fokker 100 e aparições 


No dia 31 de outubro de 1996 no aeroporto de Congonhas aconteceu uma queda de um avião (Fokker  100 da TAM) após sua decolagem que matou toda a tripulação e todos os passageiros (96 pessoas a bordo) mais três pessoas que foram atingidas com aquele acidente.


Este acidente causou uma comoção profunda no sentimento de diversas pessoas, familiares, amigos conhecidos e também em todos os funcionários da TAM.


Passado algum tempo, entraram novos funcionários na companhia. Observou-se que em um dos vôos uma comissária novata que não tinha muitas informações a respeito do acidente nem tão pouco vivência dos sentimentos que foram gerados nas pessoas a respeito do acidente do Fokker 100, foi convidada a fazer a conferência da quantidade de passageiros presentes em uma aeronave prestes a decolar com o controle do escritório da companhia aérea do aeroporto.


Feita a contagem pela comissária e comparando-se com a quantidade que existia no registro do escritório do aeroporto registrou-se uma quantidade de seis pessoas a mais na contagem da comissária. 


Os colegas ao identificarem essa diferença pediram para que a comissária contasse novamente os passageiros; manteve-se a diferença de seis passageiros a mais embarcados.


Essa diferença de seis passageiros não é nada comum nas contagens que se fazem antes da decolagem dos aviões. As diferenças que se registram são entre  duas e três pessoas no máximo. Isto porque às vezes alguém vai para um banheiro e a comissária responsável pela contagem não percebeu ou então existem crianças de colo que também não teriam entrado na contagem.


Novamente solicitaram para que a moça recontasse os passageiros ali embarcados e mais uma vez a contagem da comissária indicou seis passageiros a mais. 


Interrogada, a moça argumentou que esses seis passageiros a mais eram tripulação que iriam trabalhar em outro local, eram funcionários da TAM inclusive presente a esse grupo estava o comandante Moreno. 


Outra pessoa foi verificar e não identificou a presença desse grupo no vôo. Mesmo porque o comandante Moreno era o que havia comandado o Fokker 100 acidentado alguns anos antes. 


As pessoas então começaram a interpretar como se fosse uma brincadeira mas a comissária sustentava firmemente a presença daquelas pessoas ali. 


Após cumprida a missão do vôo, a administração da TAM fez uma reunião advertindo a nova comissária para que evitasse brincadeiras de mau gosto até porque a ocorrência do acidente havia deixado marcas profundas nos sentimentos de todos os funcionários da época da TAM e que a maioria permanecia ainda na companhia. 


Mais uma vez a comissária sustentou que não era brincadeira e que existiam de fato aquelas seis pessoas entre as quais o comandante Moreno que eram tripulação de outra aeronave que eles iam ser levados para trabalhar em outro local.


Estavam preparando a demissão da comissária quando uma chefe no setor da TAM apresentou um retrato da tripulação do Fokker 100 e a comissária reconheceu aquelas pessoas como se estivessem presentes no vôo em que ela havia contado a seis pessoas a mais.


https://youtu.be/uATbHVH0f3s?si=iHcbHl3xYNoGhJVK


Vide no vídeo (link acima) entre os minutos 35 e 40.

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