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Dogma no Espiritismo

O Espiritismo tem algum dogma?  Em O Livro dos Espíritos, Kardec denomina a reencarnação de dogma. Evidentemente não se trata de dogma indiscutível, como estamos habituados a entender. Tanto assim que o codificador discute o tema, apresenta argumentos e se dispõe a discutir as opiniões diferentes e até contrárias que eventualmente sejam apresentadas. O que o Espiritismo adota, como outras ciências, especialmente a Matemática, são axiomas. O que é muito diferente. Axiomas são proposições intuitivamente verdadeiras, que não precisam, nem podem ser provadas, tão evidentes são. Em Matemática, temos por exemplo: por um ponto passam infinitas retas. Em Espiritismo temos: todo efeito tem uma causa, todo efeito inteligente tem uma causa inteligente. O principio da reencarnação não é axioma porque não é verdade intuitivamente indiscutível e pode ser provada.

160 anos de publicação de O Livro dos Espíritos - palestra de Cosme Máximo em Paris

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Saber receber recusas

 "(...) Conta-se de Diogenes que, certa manhã, foi encontrado na ágora, em Atenas, a mão estendida, pedindo esmola às estátuas. Que é isso? Não vês que são de pedra? Perguntou-lhe alguém. E o filósofo, sem recolher a mão: Pois é por isso mesmo.  Estou me habituando à recusa.(...)" Destinos - Humberto de Campos Este exemplo comprova que cada abordagem que fazemos durante a campanha do quilo tem muita importância espiritual e moral, mesmo que a pessoa a quem pedimos negue.

Problemas sociais

Se enxergamos desorganização no mundo e na sociedade, isto se dá porque desprezamos os ensinamentos do Evangelho, o maior livro de todos os tempos. João Batista nas suas prédicas ensinava aos soldados: contentai-vos com vosso soldo, não pratiqueis a violência. Jesus nos ensinava: bem-aventurados os brandos; ouviste o que foi dito: não matareis. Eu porém vos digo: se alguém disser contra seu irmão raca( expressão meramente descortês) merecerá ser condenado pelo conselho. Se a polícia prende e o delegado solta ou o juiz solta, tal fato é de molde a pensarmos que, com mais forte razão, não se deve praticar a violência. A violência que se pratica contra um ser, ainda que ele seja culpado, aumenta o desequilíbrio emocional, a raiva dele que se refletirá em novas violências futuras. Por outro lado, se a pessoa for para cadeia, a violência injustificada, simplesmente aumentará o sentimento de rancor daquela pessoa. Equivale a colocar o preso em uma panela de pressão sem válvula d...

Carnaval

Definição Festa de permissividade do que é moralmente incorreto. Ruptura das regras da boa convivência e da dignidade. Características Grande aglomeração de pessoas com pensamentos de liberalização dos costumes. Força fluídica considerável e proporcional força de influenciação. Risco Moral Considerando a condição de seres mais ou menos influenciáveis que somos, é necessário avaliar o risco moral que incorremos ao decidirmos brincar o carnaval. Para avaliar mais adequadamente esse risco, devemos refletir que somos espíritos em nível incipiente de evolução moral e que certamente carregamos disposições automático patológicas que dormitam no subconsciente e podem vir a assumir o comando de nossas ações sob a poderosa influência do carnaval. Por tais razões, há pessoas que, ao participarem das festas carnavalescas, acabam por cometer erros que jamais imaginaram que de tais seriam capazes. O legado dessa festa, muitas vezes é o constrangimento, a vergonha e a destruiç...

CAMPANHA DO QUILO - RESUMO

Preparamos um resumo de quatro páginas sobre a Campanha do Quilo. Este resumo tem os seguintes subtítulos: Definições Origem e benefícios Como participar da Campanha do Quilo Participação na preparação Movimentação nas ruas Retorno ao centro espírita e encerramento Continuação e transformação moral Os Dez Mandamentos da Campanha do Quilo. Segue link para o texto: Campanha do Quilo - resumo

A Lei Moral

A lei moral é tão real quanto as leis físicas da gravitação, da atração e repulsão elétricas. Referimo-nos à lei de causa e efeito no mundo moral e no mundo da consciência. Por vezes, experimentamos as exprobações da própria consciência por um mal praticado.  Nem sempre, aos olhos do mundo esse mal é grave, mas aos olhos de Deus trata-se de infração às suas leis de amor. Doutras vezes, cometemos um erro que também é considerado atentado contra a ordem jurídica, social, cultural e moral de uma sociedade e por isso poderemos ser punidos com as leis humanas. Nesta última hipótese, ao cometer o mal, além de sermos advertidos, algumas vezes, severamente pela própria consciência, apodera-se de nós um receio de que nossas faltas sejam reveladas publicamente. Durante algum tempo e em conflito interior, procuramos ocultar a violação da regra. A crença de que esconder o mal poderá resolver ou amenizar a questão é bastante ilusória. Quando estudamos o Espiritismo e praticamos a mediunid...